De Consumidor Passivo a Participante Ativo
Todos nós somos consumidores.
Independentemente de profissão, atividade ou posição dentro de uma empresa, todos participamos do mercado.
Compramos produtos.
Contratamos serviços.
Escolhemos marcas.
Comparamos preços.
Pesquisamos informações.
Compartilhamos experiências.
Recomendamos aquilo em que acreditamos.
O consumidor movimenta o mercado.
Mas o comportamento do consumidor mudou.
E essa mudança é uma das bases para o nascimento do Collaborative Marketing.
O CONSUMIDOR MUDOU
A tecnologia mudou a maneira de consumir
No passado, o consumidor dependia principalmente de lojas físicas, vendedores, catálogos, anúncios impressos e meios tradicionais de comunicação.
Hoje, antes mesmo de realizar uma compra, pode:
pesquisar → comparar → assistir → avaliar → perguntar → compartilhar → recomendar → comprar.
O consumidor passou a ter acesso a uma quantidade extraordinária de informações.
Ele ficou mais conectado.
Mais informado.
Mais participativo.
E, consequentemente, mais influente.
DA COMPRA À PARTICIPAÇÃO
O consumidor deixou de ser apenas o ponto final
Durante muito tempo, a relação comercial podia ser representada assim:
EMPRESA
↓
PRODUTO
↓
MARKETING
↓
VENDA
↓
CONSUMIDOR
O processo terminava na compra.
No novo ambiente digital, a relação pode continuar:
COMPRA
↓
EXPERIÊNCIA
↓
AVALIAÇÃO
↓
RECOMENDAÇÃO
↓
COMPARTILHAMENTO
↓
NOVA CONEXÃO
A compra pode gerar uma nova oportunidade.
O PODER DA ESCOLHA
Cada decisão de consumo movimenta o mercado
Todos os dias, milhões de pessoas escolhem:
qual produto comprar;
qual marca utilizar;
qual serviço contratar;
qual empresa apoiar;
qual conteúdo compartilhar;
qual produto recomendar;
qual experiência repetir.
Essas escolhas, somadas, influenciam empresas e mercados.
O consumidor possui poder econômico.
A DAICAPITAL GLOBAL acredita que esse poder pode ser melhor compreendido e integrado ao novo ecossistema colaborativo.
O CONSUMIDOR CONECTADO
Um novo comportamento surgiu
O consumidor atual não está necessariamente limitado ao espaço físico.
Pode descobrir um produto em uma rede social.
Pesquisar no Google.
Assistir a um vídeo.
Consultar avaliações.
Conversar com outras pessoas.
Comparar ofertas.
Comprar em um marketplace.
Receber o produto em casa.
E depois compartilhar sua própria experiência.
O consumidor tornou-se parte da circulação de informação.
O CONSUMIDOR COMO INFLUENCIADOR
Não é necessário ser uma celebridade
Influência não significa necessariamente possuir milhões de seguidores.
Uma pessoa pode influenciar:
família,
amigos,
colegas,
comunidades,
clientes,
grupos profissionais.
Uma recomendação sincera pode ser extremamente relevante dentro de um círculo de confiança.
A confiança também é uma forma de influência.
É nesse espaço que o Collaborative Marketing encontra uma importante oportunidade.
O PODER DA RECOMENDAÇÃO
Pessoas confiam em pessoas
Uma campanha publicitária pode apresentar um produto.
Mas uma pessoa que conhece aquele produto pode compartilhar uma experiência diferente.
Ela pode dizer:
“Eu conheço.”
“Eu utilizei.”
“Eu gostei.”
“Eu recomendo.”
A recomendação não deve ser confundida com publicidade enganosa ou promessa de resultado.
Recomendar é compartilhar uma experiência de maneira responsável e transparente.
O NOVO CONSUMIDOR PODE PARTICIPAR
Mas participação não significa obrigação
Esse ponto é fundamental.
A DAICAPITAL GLOBAL não pretende transformar todo consumidor em vendedor.
O consumidor pode simplesmente:
COMPRAR
Se quiser apenas comprar, continua sendo consumidor.
RECOMENDAR
Se desejar compartilhar uma experiência ou produto relevante, pode encontrar mecanismos para isso.
PARTICIPAR
Pode participar de comunidades, campanhas e experiências.
EMPREENDER
Se desejar transformar uma oportunidade em atividade profissional, poderá explorar possibilidades dentro do ecossistema.
COLABORAR
Pode encontrar outras formas legítimas de contribuir para determinadas iniciativas.
Cada pessoa escolhe seu nível de participação.
O CONSUMIDOR E A EMPRESA
Uma relação que pode evoluir
A relação tradicional muitas vezes termina depois da venda.
A proposta colaborativa procura construir uma relação mais ampla:
EMPRESA ↔ CONSUMIDOR
com possibilidades de:
relacionamento → experiência → confiança → participação → colaboração
Isso pode beneficiar os dois lados.
A empresa compreende melhor seu público.
O consumidor encontra uma relação mais próxima com marcas e produtos.
A venda deixa de ser necessariamente o fim da relação.
Pode ser o início de uma nova relação.
O CONSUMIDOR E O MARKETPLACE
Muito além de uma vitrine digital
No Marketplace DAICAPITAL GLOBAL, o consumidor não deve ser visto apenas como alguém que entra, escolhe e compra.
Ele está inserido em um ambiente maior.
Pode encontrar:
produtos + serviços + empresas + oportunidades + comunidades + conexões.
O Marketplace torna-se uma das portas de entrada para o ecossistema.
O CONSUMIDOR E O COLLABORATIVE MARKETING
Onde nasce uma nova possibilidade
O Collaborative Marketing reconhece que uma relação comercial pode envolver mais participantes.
Por exemplo:
EMPRESA
↓
PRODUTO
↓
CONSUMIDOR
Mas também:
EMPRESA
↕
PARCEIRO
↕
EMPREENDEDOR
↕
COMUNIDADE
↕
CONSUMIDOR
O mercado passa a ser visto como uma rede.
UMA NOVA ECONOMIA DE CONEXÕES
O valor está também nas relações
Produtos são importantes.
Serviços são importantes.
Tecnologia é importante.
Mas as conexões também possuem valor.
Uma empresa pode conhecer um novo cliente.
Um consumidor pode descobrir uma nova solução.
Um empreendedor pode encontrar um parceiro.
Um profissional pode encontrar um mercado.
Uma comunidade pode descobrir uma nova oportunidade.
Uma conexão pode gerar outra conexão.
O CONSUMIDOR NO CENTRO DO ECOSSISTEMA
Não como proprietário do mercado. Mas como participante dele.
A DAICAPITAL GLOBAL utiliza uma visão simples:
O consumidor movimenta o mercado porque suas escolhas movimentam a economia.
Isso não significa afirmar que consumidores devam controlar individualmente empresas ou mercados.
Significa reconhecer que suas decisões coletivas possuem enorme influência econômica.
Por isso, acreditamos que o consumidor merece ser tratado como:
cliente + participante + influenciador + parceiro potencial.
UMA VISÃO MAIS JUSTA
Reconhecer a participação de quem gera valor
O Collaborative Marketing procura criar mecanismos transparentes para reconhecer diferentes formas de contribuição.
Quando uma pessoa efetivamente contribui para uma operação, relacionamento ou geração de negócio, pode existir uma estrutura adequada para reconhecer essa participação, conforme as regras de cada atividade.
Participação deve estar ligada a valor real.
Não a promessas.
Não a recrutamento.
Não a resultados garantidos.
NÃO É SOBRE TRANSFORMAR CONSUMIDORES EM VENDEDORES
É sobre ampliar possibilidades
Essa distinção é fundamental.
O novo consumidor não precisa mudar sua identidade.
Ele continua sendo consumidor.
Mas passa a ter diante de si mais possibilidades.
Comprar.
Avaliar.
Recomendar.
Participar.
Conectar.
Empreender.
Colaborar.
A escolha continua sendo dele.
O FUTURO DO CONSUMO
Mais informação. Mais conexão. Mais participação.
O consumidor do futuro será cada vez mais:
digital
informado
conectado
seletivo
influente
participativo
Mas existe algo que não pode ser perdido:
A dimensão humana.
Tecnologia pode conectar duas pessoas.
Mas é a confiança que pode construir uma relação.
A VISÃO DA DAICAPITAL GLOBAL
Colocar pessoas no centro da transformação digital
A DAICAPITAL GLOBAL acredita que a próxima evolução do mercado não deve ser apenas tecnológica.
Deve ser humana.
Tecnologia para conectar.
Marketing para comunicar.
Comércio para realizar transações.
E colaboração para aproximar pessoas e negócios.
Esse é o novo consumidor.
Não apenas aquele que compra.
Mas aquele que participa de uma nova economia de conexões.
O NOVO CONSUMIDOR
De consumidor passivo a participante ativo.
Ele escolhe.
Ele influencia.
Ele recomenda.
Ele participa.
Ele conecta.
E, quando desejar:
ele pode colaborar.
DAICAPITAL GLOBAL
THE NEW PLANET DIGITAL
COLLABORATIVE MARKETING
Todos somos consumidores.
Todos participamos do mercado.
E juntos podemos construir novas formas de relacionamento, participação e geração de valor.
O consumidor não é o fim do mercado.
Ele também faz parte do futuro do mercado.